sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Sapatinho de Bebê em Feltro!






Sapatinho de Bebê confeccionado em feltro,
tamanho para recém nascido.
*** Cores e preço, sob consulta ***

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Feliz Natal! 2012




Neste NATAL,


Neste Natal vamos...
Multiplicar Amor

Que nossas mãos possam ser portadoras de paz..
De afagos..
De carinho...
Que escorra delas os mais límpidos sentimentos..
de bálsamos..
de alívio..
de força..
de luz...
Que possam ser espraiados na terra árida..
fazendo germinar o amor entre as pessoas..
Multiplicando cada melhor essência de nós..
Fazendo-nos fortes ao meio à tempestade..
Deixando-nos ver o sol que nasce..
Que rompe a noite..
Que se faz dia..
Que se faz belo..
Que se faz vida!
Que se chama amor...

Clientes e Amigos
que sempre prestigiam os meus trabalhos artesanais,
muito obrigada por todo o carinho!!!!!

Glória Assumpção


sábado, 31 de março de 2012

*VENDIDO* - ARQ/Quadrinhos em MDF




Quadrinho confeccionado em MDF com diversos materiais;
sementes secas, papel crepom encerado e outros.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Atualizando... o Blog !!!!

Atualizando o BLOG .... em breve novas fotos!
Atenciosamente,  Glória Assumpção


sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

* * * Boas Festas !!!! 2011 * * *




Abençoadas sejam as mãos que, em memória de Jesus, espalham no Natal a prata e o ouro, diminuindo a miséria e a necessidade, a fome e a nudez! . . . Todos nós sonhamos com uma vida melhor, em uma sociedade melhor.
No entanto, é difícil passar um dia inteiro sem que fiquemos desiludidos, desapontados ou esgotados por pessoas maldosas e egoístas que nos rodeiam.
Muitos de nós trazemos saudades e cansaço, assombro e aflição.
Temos escalado culminâncias . . . Possuímos cultura e riqueza, tesouros e palácios, máquinas que estudam as constelações e engenhos que voam no Espaço!

Falamos sempre em Jesus – Ele que volveu dos continentes celestes, em socorro dos que choram na poeira do mundo, no tope dos altos edifícios em que amontoamos reconforto, sem coragem de estender os braços aos companheiros que Ele recolhe no chão.                                  
. . . Destacamos a Excelência de Seus ensaios, agarrados ao supérfluo, esquecidos de que não guardou uma pedra em que repousasse a cabeça; e ainda agora, quando nós comemoramos o natalício, louvamos o seu nome, em torno da mesa farta, trancando inconscientemente as portas do coração aos que se arrastam na rua!
Nunca tivemos, como agora, tanta abastança e tanta penúria, tanta inteligência e tanta discórdia! Tanto contraste doloroso, Mestre.
Lembremos de que, Ele brilhando na manjedoura, apenas o amor a desfazer-se em humildade, e, em agonizando na cruz, possuía apenas o coração, a desfazer-se em renúncia. . .

Mas, usando tão somente o coração e o amor, sem uma pedra onde repousar a cabeça, converteu-se no Salvador do Mundo, e, embora coroado de espinhos, fez-se o Rei das Nações para sempre. Se a maioria de nós começar a agir assim, não vamos mais precisar de gurus, pois já estaremos fazendo o que eles teriam a nos ensinar.
Mudar o estado atual do mundo de violência,  competição e ódio,
não vai acontecer por meio dos esforços de uns poucos indivíduos iluminados, mesmo que eles fossem poderosos líderes mundiais.

Em vez disso, são as atitudes diárias de bondade e compaixão, compartilhadas entre duas pessoas ou pequenos grupos,que podem fazer do mundo um lugar mais amistoso.
Nós devemos entender que somos todos iguais, da mesma espécie, todos lutando por um pouco de paz, felicidade e segurança em nossa vida diária.
Seria, no mínimo, um bom começo.Os nossos dias seriam mais doces, mais estimulantes, nos trariam mais esperança para o futuro.

Os gestos, em si, são o que mais importa.
Não existe um prazo para mudar o mundo.
A única coisa realmente importante é começar.

Desprezamos a sinceridade e caímos na ilusão, estamos ricos de ciência e pobres de amor. É por isso que, lembrando a Sua humildade, nós lhe rogamos para que nos perdoe e ames ainda . . .
Se algo lhe podemos suplicar além disso,desculpa  a nada que lhe ofertamos,em troca do tudo que nos dá e faze-nos mais simples! . . .
Enquanto o Natal se renova, restaurando-nos a esperança, derrama o bálsamo de Sua bondade sobre as nossas preces, e deixa, Senhor, que venhamos a ouvir de novo, entre as lágrimas de júbilo que nos vertem da alma, a sublime canção com que os Céus Lhe glorificam o berço de palha, ao clarão das estrelas.

Que seja pois neste dia de Natal, para cada um de nós, a renovação de nossas esperanças e a permanência da PAZ do MESTRE o símbolo da presença viva.


*** Feliz Natal e Um Feliz 2012 ! ***

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

*VENDIDO* ARQ / Camisetas INFANTIS








Camisetas # Infantil # em Malha de Algodão.
Com Aplicações em Feltro e Pintura em Tecido.
Peças Únicas.


sexta-feira, 6 de maio de 2011

* * * Homenagem às Mães ! * * *

As Profissões de Minha Mãe
                                                                                                                   
Minha mãe foi, com certeza, a mulher que mais profissões exerceu em toda sua longa vida, sem ter sequer concluído o curso fundamental.

Tudo que ela aprendeu foi nas primeiras quatro séries que cursou, quando criança. Contudo, era de uma sabedoria sem par.
Descobri que minha mãe era uma decoradora de grandes qualidades, à medida que eu crescia e observava que ela sempre tinha um local no melhor móvel da casa, para as pequenas coisas que fazíamos na escola, meu irmão e eu.
Em nossa casa, nunca faltou espaço para colocar os quadrinhos, os desenhos, os nossos ensaios de escultura em barro tosco.
Tudo, tudo ganhava um espaço privilegiado. E tudo ficava lindo, no lugar que ela colocava.
Descobri que minha mãe era uma diplomata formada na melhor escola do mundo (nosso lar), todas as vezes que ela resolvia os pequenos conflitos entre meu irmão e eu.
Fosse a disputa pela bicicleta, pela bola, pelo último bocado de torta, de forma elegantemente diplomática ela conseguia resolver. E a solução, embora pudesse não agradar os dois, era sempre a mais viável, correta, honesta e ponderada.
Descobri que minha mãe era uma escritora de raro dom quando eu precisava colocar no papel as idéias desencontradas de minha cabecinha infantil.
Ela me fazia dizer em voz alta as minhas idéias e depois ia me auxiliando a juntar as sílabas, compor as palavras, as frases, para que a redação saísse a contento.
Descobri que minha mãe era enfermeira com menção honrosa toda vez que meu irmão e eu nos machucávamos.
Ela lavava os joelhos ralados, as feridas abertas no roçar do arame farpado, no cair do muro, no estatelar-se no asfalto.
Depois passava o produto anti-séptico e sabia exatamente quando devia usar somente um pequeno Band-aid, o curativo ou a faixa de gaze, o esparadrapo.
Descobri que minha mãe cursara a mais famosa faculdade de psicologia, quando ela conseguia, apenas com um olhar, descobrir a arte que tínhamos acabado de aprontar, o vaso que tínhamos quebrado.
E, depois, na adolescência, o namoro desatado, a frustração de um passeio que não deu certo, um desentendimento na escola.
Era uma analista perfeita. Sabia sentar-se e ouvir, ouvir e ouvir.
Depois, buscava nos conduzir para um estado de espírito melhor, propondo algo que nos recompusesse o íntimo e refizesse o ânimo. Era também pós-graduada em teologia. Sua ciência a respeito de Deus transcendia o conteúdo dos alguns livros existentes no mundo.
O seu era o ensino que nos mostrava a gota a cair da folha verde na manhã orvalhada e reconhecer no cristal puro a presença de Deus.
Que nos apontava a fúria do temporal e dizia: "Deus vela. Não se preocupem."
Que nos alertava a não arrancar as flores das campinas porque estávamos pisando no jardim de Deus. Um jardim que ele nos cedera para nosso lazer, e que devíamos preservar.
Ah, sim. Ela era uma ecologista nata. E plantava flores e vegetais com o mesmo amor. Quando colhia as verduras para as nossas refeições, dizia: "não vamos recolher tudo. Deixemos um pouco para os passarinhos. Eles alegram o nosso dia e merecem o seu salário."
Também deixava uns morangos vermelhinhos bem à mostra no canteiro exuberante, para que eles pudessem saboreá-los.
Era sua forma de manifestar sua gratidão a Deus pelos seus cuidados: alimentando as suas criaturinhas.
Minha mãe, além de tudo, foi motorista particular, não se cansava de ir e vir várias vezes de casa para escola, para a biblioteca, para o dentista, para o médico, para o teatro e de volta para casa.
Também foi exímia cozinheira, arrumadeira, passadeira, babá. E tudo isto em tempo integral.
Como ela conseguia, eu não sei. Somente sei que agora ela está na espiritualidade. E Deus, como recompensa, por tantas profissões desempenhadas na terra, lhe deu uma missão muito, muito especial: a de anjo guardião dos filhos que ficaram na bendita escola terrena.
(autor desconhecido)